Andanças por aí...
Voltei a uma cidade que queria rever a muito tempo...
Fui para mostrar a cidade para minha mãe que queria ver, e finalmente conhecer e prestigiar o show de um amigo com quem comecei a tricotar um tempo atrás mas nunca tinha visto pessoalmente por contra dos desencontros que sempre houveram em nossas agendas... quer pela lonjura, quer porque eu tinha minhas coisas para resolver.. pois bem.. dessa vez calhou de dar certo e juntar o útil ao agradável.
Sabe quando você vê alguém e parece que conhece a pessoa desde sempre? Pois é... essa foi a sensação. Como se tivesse revendo um amigo há muito perdido. Um abraço natural e sincero... pois costumo apenas apertar a mão da pessoa e cumprimentar normal.. Esse parece que já conhecia desde sempre. Até minha mãe e irmã acharam que eu já tinha andado com ele por aí.. tamanha a familiaridade com que nos falamos.
A cidade estava uma neblina só... e as meninas ficaram com medo de rondar pela cidade não enxergando um palmo a frente...rsrs ficamos num restaurante prestigiando o show dele.
Ouvimos um pouco da história da cidade.. o que atiçou a curiosidade da minha mãe e conhecer melhor a cidade quando o sol espantasse a neblina.. coisa que não aconteceu até a hora que fomos embora...
O que dizer sobre o dia, as coisas observadas, analisadas e digeridas naquele sábado frio? Não faço ideia.
Não quero colocar nada em xeque, não quero dizer, o que é, foi ou será. Porque deixei de sonhar a muito tempo.. fica difícil acreditar quando algo é bom demais para apostar fichas, tickets ou o que quer que seja...
Ainda há um longo caminho a se percorrer. Porque a porta está bem fechada. Não sou mais tão crente em algumas coisas. Em Deus sim. Nas pessoas, só depois de algumas águas passarem por mim e ainda assim com as defesas a postos. Quer em quesito amizade, ou qualquer outro setor. Me senti muito atingida a muito tempo atrás... normal ficar acuada. Não deixei de me dar a chance de conhecer.. mas isso não quer dizer que esqueci do bom senso.
E foi gratificante levar uma parte da família para andar comigo. Logo menos desejo voltar a cidade. Ir nas cachoeiras, rir mais e do resto é com Deus... já conversei com ele.. ele sabe do que está em meu futuro.. do meu presente eu nada vejo.. apenas vivo.. o futuro é como a cidade de Paranapiacaba... uma neblina que vai se revelando conforme se anda...
Fui para mostrar a cidade para minha mãe que queria ver, e finalmente conhecer e prestigiar o show de um amigo com quem comecei a tricotar um tempo atrás mas nunca tinha visto pessoalmente por contra dos desencontros que sempre houveram em nossas agendas... quer pela lonjura, quer porque eu tinha minhas coisas para resolver.. pois bem.. dessa vez calhou de dar certo e juntar o útil ao agradável.
Sabe quando você vê alguém e parece que conhece a pessoa desde sempre? Pois é... essa foi a sensação. Como se tivesse revendo um amigo há muito perdido. Um abraço natural e sincero... pois costumo apenas apertar a mão da pessoa e cumprimentar normal.. Esse parece que já conhecia desde sempre. Até minha mãe e irmã acharam que eu já tinha andado com ele por aí.. tamanha a familiaridade com que nos falamos.
A cidade estava uma neblina só... e as meninas ficaram com medo de rondar pela cidade não enxergando um palmo a frente...rsrs ficamos num restaurante prestigiando o show dele.
Ouvimos um pouco da história da cidade.. o que atiçou a curiosidade da minha mãe e conhecer melhor a cidade quando o sol espantasse a neblina.. coisa que não aconteceu até a hora que fomos embora...
O que dizer sobre o dia, as coisas observadas, analisadas e digeridas naquele sábado frio? Não faço ideia.
Não quero colocar nada em xeque, não quero dizer, o que é, foi ou será. Porque deixei de sonhar a muito tempo.. fica difícil acreditar quando algo é bom demais para apostar fichas, tickets ou o que quer que seja...
Ainda há um longo caminho a se percorrer. Porque a porta está bem fechada. Não sou mais tão crente em algumas coisas. Em Deus sim. Nas pessoas, só depois de algumas águas passarem por mim e ainda assim com as defesas a postos. Quer em quesito amizade, ou qualquer outro setor. Me senti muito atingida a muito tempo atrás... normal ficar acuada. Não deixei de me dar a chance de conhecer.. mas isso não quer dizer que esqueci do bom senso.
E foi gratificante levar uma parte da família para andar comigo. Logo menos desejo voltar a cidade. Ir nas cachoeiras, rir mais e do resto é com Deus... já conversei com ele.. ele sabe do que está em meu futuro.. do meu presente eu nada vejo.. apenas vivo.. o futuro é como a cidade de Paranapiacaba... uma neblina que vai se revelando conforme se anda...
Comentários
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Achou legal? Odiou ? Não tem idéia?...
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