Palavras escoadas...
Faz um tempinho que escrevi esse "poema" e vi que faz todo sentido colocar no blog. Porque era uma das minhas revoltas e desabafos em formato de algo que eu sempre gostei: poema e poesia...rs. Não sei muito bem em qual desses dois esse texto se encaixa, só sei que merece seu espaço aqui...
Palavras
Não bebo mais de tuas palavras doces
Que embora instigassem meus sentidos
Soavam vazias de sentimentos, apenas de vontades
Elas eram proferidas docemente
Mas em essência, possuíam veneno letal.
Bebe tu mesmo esse veneno
E te embriagues de luxúria.
Porque o calor que arde em você
Não serei eu a entregar a cura.
Te daria os meus carinhos
De formas que nem sonharias
Mas foi tarde, passou o tempo.
O que me oferecias aplaca o calor da carne
Mas não o verdadeiro anseio.
Porque depois me sentiria vazia
E ser vazia me daria desespero
Eu não preciso disso, posso lhe assegurar,
Nasci para ser feliz
E é isso que vou buscar.
Pena não vir comigo
Depois dizias que era eu a fugir.
Fugia, não de você, mas desse querer pela metade
E quando entenderes porque também foges
Já será e muito, tarde!
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